Natália CORREIA, sobre Delfim Santos


Perseguida pelos maus fados que se obstinam em tornar impossível a minha presença nas cerimónias dedicadas ao nosso querido Delfim Santos mais uma vez estou impossibilitada de o fazer por me achar retida numa sessão da A[ssembleia] da R[epública] a que de nenhuma forma posso faltar.

Mas creia-me sempre devotada à memória desse homem inesquecível que tanto iluminou a passagem da minha juventude para a maturidade.

Um beijo muito amigo da Natália Correia.

Natália CORREIA, telegrama datado de 26 de fevereiro de 1991.
original:

 



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